Em 2025, o Judiciário brasileiro atingiu um patamar inédito de produtividade, segundo dados da Revista Veja. Com 40,7 milhões de novas demandas e a conclusão de 44,5 milhões de processos, a Justiça registrou uma taxa de resolução de 110%. Tais indicadores serão detalhados na 20ª edição do “Anuário da Justiça Brasil”, que terá seu lançamento oficial nesta quarta-feira, dia 10, no Supremo Tribunal Federal. 

Para o presidente da ACM, Hercy Alencar, os números reforçam o compromisso da magistratura com a eficiência e a responsabilidade social. “O recorde de produtividade do Judiciário brasileiro demonstra o empenho diário de magistradas e magistrados em garantir o acesso à Justiça e a efetivação de direitos. Esses resultados são fruto de muito trabalho, adaptação às novas tecnologias e compromisso com a sociedade”, afirma.

De acordo com a matéria, o aumento da produtividade é resultado de uma combinação de fatores, como investimentos em tecnologia, digitalização de processos, uso de inteligência artificial, aprimoramento da gestão judiciária e dedicação permanente dos profissionais do sistema de Justiça. O desempenho evidencia a capacidade do Judiciário de responder às demandas da sociedade, mesmo com volume processual elevado.

Segundo Hercy Alencar, a produtividade deve caminhar ao lado da qualidade das decisões e da sensibilidade social. “Mais do que números, cada processo julgado representa uma resposta concreta a conflitos reais e impacta diretamente a vida das pessoas. O desafio permanente é conciliar eficiência, técnica e humanidade”, destaca.

Fonte: Revista Veja⁠