ARTIGO

Comarca de Forquilha elogiada – Artigo do professor Rildson Martins

14 de Março de 2017 Visualizada 464 vez(es).

20170314_OE_Opiniao_Comarca_de_Forquilha_elogiadaEra de se esperar que a entrega da tutela jurisdicional passasse a ser entregue dentro de um prazo razoável, já que a sua lentidão compromete a imagem e a credibilidade do Poder Judiciário, junto a todos os segmentos da sociedade, afetando sobremaneira o labor funcional da advocacia, donde se conclui que é o cidadão/sociedade o grande afetado pela paralisia e lerdeza da maquina judiciária.

Sem dúvida alguma, todos os lidadores do direito comprometidos com a Justiça pedestre, mais pronta, procuram ser mais espertos com a questão da gestão da jurisdição, já que justiça tardia é tida como sendo a própria injustiça institucionalizada, no olhar sempre atento do Rui.
Temos, sim, bons juízes nas comarcas do interior, há, uma plêiade de eficientes magistrados empenhados com a boa dinamização dos feitos judiciais, trabalhando mais de 8 horas por dia, em seus gabinetes, além de levarem, costumeiramente, uma pilha de feitos judiciais para casa, com o desiderato de lá serem sentenciados, além de se integrarem a múltiplos mutirões, na Capital e no interior, visando julgar os feitos estagnados.

É essa a moldura do quadro da Comarca de Forquilha, tendo à frente o jovem juiz Hugo Gutparakis de Miranda, isso não só para atender aos reclames de agilidade dos processos imposto pelo Conselho Nacional da Justiça, mas também ao seu zeloso compromisso pessoal de ser útil a jurisdição.
No mês de janeiro do ano em curso, na Comarca de Forquilha, 540 processos foram objetos de analises, despachados e sentenciados, só restando conclusos menos de 70 processos, isso de um total de 1763 feitos que por lá tramitam, graças também a eficiência da Diretora de Secretaria, Dra. Ana Flavia de Aguiar e do Dr. Jose Inacio Filho, analista judiciário.

A Comarca de Forquilha foi instalada no dia 08 de março de 1995, pelo saudoso Desembargador José Maria de Melo, tendo como sua primeira Juíza de Direito, a Dra. Ana Cleyde Viana, magistrada de escol que contou com todo o apoio logístico do intelectual Celio Cavalcante, com a sua rede de radio amador.
Digna de registro, a passagem por esta comarca dos magistrados Flavio Vinicius Bastos Sousa, juiz vocacionado, de aguçado espírito republicano, estudioso, tinha excelente aproximação com todos os usuários da Justiça e com os advogados, dando ao povo de Forquilha, pois, a sensação de segurança, assim como do Dr. Aldenor Sombra de Oliveira, de bom manejo com os autos processuais, um bom magistrado.

Rildson Martins
Professor Da Ueva

Fonte: O Estado CE

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