HOMENAGEM

Maria de Afonso – Artigo do juiz Paulo Eduardo Mendes

27 de julho de 2015 Visualizada 53 vez(es).

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Maria de Afonso

Noventa e sete anos de vida intensa. Assim a permanência de Maria Lima de Oliveira entre nós. Mãe de 16 filhos do casamento com o agricultor Afonso Justino de Oliveira. O Afonso de Maria pontificou sempre como o grande companheiro de Dona Mariinha que ficou viúva e passou a ser a Maria de Afonso, como bem definiu o médico Roberto Caldas. Mulher exemplar. Permaneceu ativa no campo das ideias. Escreveu livros de memórias. Cursou a Universidade sem Fronteira e foi oradora da turma.

Na sua rota de realizações idealizou uma ONG. Nasceu a Associação Casa de Afonso e Maria como fruto de sua imaginação sempre solidária, na integração dessa ONG dotada autêntica de musicalidade. É a música sublime pela sonoridade dos sentimentos de ajuda ao próximo. A implantação de serviços, esportes e lazer dentro da estrutura do que se contém nos planos de cooperação do próprio sistema de vida da Organização não Governamental tem o respeito ao meio ambiente, as noções firmes de reciclagem do lixo e toda uma gama de operações comunitárias.

Maria Lima de Oliveira, a presidente de honra da Casa de Afonso e Maria, lembra harmonia. Benfeitora, no campo das realizações pelo crescimento da nova ONG no bairro de Vicente Pinzón. Plantação de uma lavoura que toca o coração. Maria a consorte de Afonso Justino, o homem do campo. Ele comandava a família tirando da agricultura o sustento do lar. Sai Afonso para o outro lado da vida e fica a dona Mariinha na lavoura do bem. Ela redistribuiu as sementes na lavoura da vida. Soma os anos de sua existência no arvoredo da fraternidade. Eterna saudade!

Paulo Eduardo Mendes
Escritor

 

Fonte: Diário do Nordeste 

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